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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Morte de ex-guitarrista dos Rolling Stones investigada novamente

A morte do antigo guitarrista dos Stones está a ser novamente analisada, noticia a BBC. Brian Jones, que morreu com 27 anos, foi encontrado no fundo duma piscina em Hartfield, em Sussex (Reino Unido), em 1969. Na altura, a investigação concluiu que a morte tinha sido acidental, excluindo os rumores de assassinato. No entanto, surgem agora novas provas que levam os investigadores a reapreciar o caso. A polícia afirma que é demasiado cedo para comentar o assunto.

Segundo o jornal “El Mundo”, há várias teses sobre a morte do músico, todas elas apontando para o cenário de homicídio. A primeira remete para o filme “Stoned” (2006), de Stephen Woolley, segundo o qual o músico tinha uma dívida de mais de 9000 euros (8000 libras na altura) para com um construtor chamado Frank Thorogood. Como forma de intimidação para que Jones pagasse a dívida, o construtor terá metido a cabeça do músico debaixo de água, acabando por afogá-lo.

A segunda teoria é de Trevor Hobley, fundador de um clube de fãs de Brian Jones, que compilou uma série de documentos, alegando serem provas de um homicídio. Segundo o jornal espanhol, Hobley assegura que os assassinos colocaram a cabeça de Jones dentro de um balde com água para o afogar, vestindo-o de seguida de fato de banho. No final, colocaram o corpo dentro da piscina. Todas estas teses foram ignoradas ao longo dos anos pelos responsáveis pela investigação, convictos de que a morte fora acidental.

Brian Jones foi um dos fundadores dos Rolling Stones e tocou com a banda durante a década de 60. Morreu pouco depois de ter abandonado o grupo de Mick Jagger, Keith Richards e Ian Stewart.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Mick Jagger faz 65 anos e ganha aposentadoria do governo

LONDRES - A partir de sábado, Mick Jagger terá direito a uma aposentadoria básica do governo britânico. São quase 91 libras semanais. Mas o líder dos Rolling Stones terá que esperar outros cinco anos para ter direito ao isolamento térmico gratuito do telhado de sua casa. Este benefício só é dado aos britânicos com mais de 70 anos.

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O vocalista da banda britânica Rolling Stones completou 65 anos no sábado, 26, e, com isso, se tornará aposentado por idade - mas apenas no papel.
Mick Jagger continua a fazer o relógio andar para trás com performances ao vivo em que desafia a sua idade. Recentemente, impressionou platéias em cinemas com seus malabarismos, caras e bocas captados pelo director Martin Scorsese no documentário Shine a Light.
Embora as suas façanhas fora do palco já não se equiparem aos excessos do Stone Ronnie Wood, que passou recentemente por uma clínica de reabilitação devido a problemas com o álcool, está claro que Jagger não pretende simplesmente viver da sua fama, afastar-se do mundo e cuidar do seu jardim. Ele vem se envolvendo cada vez mais na produção cinematográfica, tendo sido produtor executivo de Shine a Light e trabalhado em dois outros longas desde então.
Rumores sobre um novo álbum e nova digressão mundial dos Rolling Stones chegam aos noticiários regularmente.
Se a fortuna de Jagger, estimada em 225 milhões de libras, somada à aposentadoria, não for suficiente para pagar as suas despesas, outra digressão seria uma maneira certeira de ajudá-lo a ficar fora do vermelho.
A digressão A Bigger Bang foi a mais lucrativa de todos os tempos. De acordo com o produtor de digressões dos Stones, Michael Cohl, o seu faturamento foi de US$558 milhões entre 2005 e 2007.
Michael Philip Jagger nasceu em Dartford, sul da Inglaterra, em 26 de julho de 1943, filho de um professor e uma cabeleireira. Ele se tornou vocalista dos Rolling Stones, formado no início dos anos 1960, e cantou uma longa lista de hits que viraram clássicos, desde (I Can't Get No) Satisfaction a Ruby Tuesday e Angie.
Estima-se que a banda já vendeu mais de 200 milhões de álbuns em todo o mundo. Figura constantemente no topo ou perto do topo das listas dos grupos e artistas mais influentes da história da música pop.
Jagger já teve vários relacionamentos com mulheres de destaque, incluindo Marianne Faithfull e Carla Bruni, a actual mulher do presidente francês Nicolas Sarkozy.
Ele casou-se com a beldade nicaraguense Bianca Perez Macias em 1971 e com a modelo texana Jerry Hall em 1990. Eles se divorciaram em 1999.
Jagger, que tem sete filhos, incluindo um com a apresentadora brasileira Luciana Gimenez, já é avô.
O libertino do rock recebeu o título de cavaleiro britânico em 2003, quando rejeitou sugestões de que teria se vendido ao establishment britânico que criticou durante tanto tempo. "Acho que o establishment, tal como o conhecíamos, não existe mais", disse ele.
Agora que chegou à idade oficial da aposentadoria, é provável que Jagger enfrente mais perguntas sobre o seu futuro e o dos Rolling Stones. Mas isso é algo com que ele já deve estar acostumado.
Mais de 45 anos atrás lhe perguntaram por quanto tempo ele conseguiria continuar com os Rolling Stones e, em outra entrevista, questionaram: "Você pode se imaginar aos 60 anos fazendo o que faz hoje?". "Sim, tranquilamente", ele respondeu.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Martin Scorsese espreita de perto os Rolling Stones

Pode uma banda, aos 46 anos de vida, oferecer-nos a surpresa? Se a banda se chamar Rolling Stones, a resposta é sim. E a surpresa tem por título Shine A Light. Ou, antes, encontra-se na forma como o filme - concerto de Martin Scorsese, revela que o segredo da longevidade do grupo, tantas vezes já questionado, é apenas um: o prazer com que vivem o palco, as suas canções e a festa. Um prazer que sugere que muitos poderão ser ainda os anos de vida conjunta para Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Ronnie Wood.
Shine A Light não é um documentário. É um filme-concerto, que usa sequências que recorrem à linguagem do cinema documental, permitindo assim explicar o contexto do momento vivido, assim como toda uma carga histórica que explica o que se vê sobre aquele palco.(X)