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Cascatas da Namaacha: sete anos depois da seca

sábado, 26 de abril de 2008

MAPUTO - PALCO DIA MUNDIAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA

Moçambique, tendo como palco a sua capital, Maputo, vai acolher as comemorações centrais do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que se assinala próximo dia 3 de Maio.
Para além de cerca de 200 profissionais de todo o mundo, estarão envolvidos nestas comemorações, o Director-Geral da Unesco e outras personalidades ligadas à comunicação social e ao governo moçambicano.
O Sindicato Nacional de Jornalistas iniciou já as comemorações da data com diversas actividades, iniciadas no passado dia 11 de Abril, quando o SNJ completou 30 anos da sua criação.
Está prevista a entrega do Prémio de Jornalismo Carlos Cardoso e um convívio entre profissionais da comunicação social, acto a encerrar as comemorações do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.
No ano passado, a Alta Comissária para os Direitos Humanos da ONU, Louise Arbour, homenageou os jornalistas que são ameaçados por contribuírem para «a construção de sociedades livres» e recordou que 150 profissionais foram assassinados em 2006.
Numa declaração no âmbito do Dia da Liberdade de Imprensa de 2007, Arbour frisou que 2006 foi o ano em que mais jornalistas morreram assassinados desde que há estatísticas. «Os países envolvidos em conflitos são os mais mortíferos para os jornalistas», assinalou.
Frisando que às vezes os jornalistas e outros trabalhadores dos «media» são vítimas acidentais de conflitos armados, a alta comissária destacou que «frequentemente são alvos intencionais das partes em luta, que preferem operar na sombra».
No entanto, Arbour recordou que os assassínios, assédio ou ameaças a jornalistas também podem ter origem nas próprias autoridades governamentais, em grupos armados ou do crime organizado em países que estão «teoricamente em paz».(X)

TIMBILA MUZIMBA NA CASA DO PORTO

O segundo trimestre da Casa da Música do Porto apresenta-se particularmente intenso, com três grandes iniciativas, Casa Portuguesa, Festival Mestiço e Música e Revolução e a programação que marca a passagem de mais um aniversário da instituição, concentradas neste período.
O festival teve início ontem (25), precisamente com o Poema Sinfónico para 100 Metrónomos (1962), de György Ligeti, uma obra em que cem metrónomos (instrumento usado para medir os compassos da música), cujo «tic-tac» é regulado com ligeiros desfasamentos, são postos a trabalhar até ficarem sem corda.
O ciclo termina a 29 de Junho, com o duo Amadou & Mariam (Mali) os Timbila Muzimba (Moçambique) e os Extra Golden (Quénia/EUA).

Arte: PRÉMIO ARTES MUNDI 2008 PARA INDIANO N S HARSHA

O artista indiano N S Harsha foi hoje (25) galardoado em Cardiff, no País de Gales, com o Prémio Artes Mundi, no valor de 50 mil euros.
De acordo com o júri, Harsha é um contador de histórias habilidoso, que junta pormenores do quotidiano na Índia com eventos ou imagens mundiais das notícias.
«Ele transformou a tradição indiana da pintura de miniaturas numa forma que lhe permite misturar o específico com o universal», refere.
O Prémio Artes Mundi, este ano na sua terceira edição, é atribuído de dois em dois anos, no âmbito da Bienal e da exposição que se realiza em Cardiff na mesma altura.
A iniciativa galesa promove novos artistas que exploram «diferentes perspectivas da vida, arte e humanidade», usando vídeo, fotografia, têxteis ou pintura.
Ao todo estavam seleccionados nove finalistas, entre os quais Abdoulaye Konaté, do Mali. m colecções do País de Gales.(X)